A TEORIA DA CONSPIRAÇÃO ENVOLVENDO O CASO EPSTEIN E MOSSAD

Assisti ao documentário na Netflix sobre esse predador sexual que sabia como ninguém escolher suas vítimas. Normalmente meninas mais pobres, de lares disfuncionais, cujos corpos desabrochavam e eram o alvo preferido de Epstein. A vida dele é instigante. Dotado de uma inteligência e perspicácia impressionante foi galgando escadas, até que chegou em Les Wexner, um magnata judeu bem mais velho do que ele, homoafetivo, que lhe concedeu uma autorização para que ele fizesse o que bem entendesse com o dinheiro dele. E ele fez e muito bem. Mas nega que tivesse relações amorosas com o magnata. Possuía uma ilha no Caribe, além de um apartamento de três andares em New York, Londres, everywhere. Associou-se a Ghislaine Maxwell, londrina, filha de Robert Maxwell, que de refugiado empobrecido passou a herói e depois a multimilionário. Como, perguntaria você? Eu respondo: práticas ilícitas, meu bem. Roubando mesmo, tá? Filha de peixe, peixinho é. Bem, demorou horrores, mas o predador sexual foi preso, e em 2019 se suicidou na prisão. Mas, parece que não foi bem suicídio, é o que dizem. E aonde entra o Mossad? Surgiu a tese, inclusive defendida por Caio Blinder no Levante, um podcast, que Epstein era agente do Mossad, e sugere que através de sua rede de  aliciamento sexual e chantagem poderia chantagear pessoas influentes com objetivo de servir a interesses de inteligência de Israel. É o que está escrito. 

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