AMIGA ME PEDIU PARA FALAR SOBRE ORELHA, O CÃO

Eu resistia. Minha cachorra Jessie May estava internada, tinha se submetido à um cirurgia para extirpar um câncer, e eu não me sentia bem para falar do horror que fizeram com o Orelha. Embora a compaixão por ele estivesse presente. Bem, esses meninos já são criminosos. Fizeram seu batismo com uma atitude covarde, extremamente maldosa que já demonstra a que vieram e duvido que melhorem de personalidade com o passar dos anos. Daqui para pior. Culpar os pais? Não sei. Nascemos com nossos DNAs. Uma boa educação em casa nos ajuda a nos tornarmos pessoas sociáveis, amáveis e responsáveis. Por outro lado, pais ausentes, que adoram trabalhar no escritório e em casa, que delegam seus filhos para babás, e pouco se importam com o que acontece na escola ou com os amigos, pode ser um caminho para um desvio sério de conduta e outras vezes (quem sabe) criminosos de seus filhos. É o que eu penso. Li pouco sobre o Orelha, porque, como disse, uma flecha atravessava meu corpo  e sangrava, então tentei escapar pelas beiradas. Em vão, de Ruth de Aquino a Daniel Becker, todos comentavam, por isso digo que escapei, ou li pelas beiradas. Coitado mesmo do cão. Deve ter sofrido demais, uma dor medonha ao ter sua cabeça abatida em pauladas com pregos, meu deus, não. Duvido muito que medidas sócio-educativas farão alguma diferença. Imaginem quando adultos o que farão esses diabólicos meninos com suas mulheres e filhos?

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